Foi o Patriarca Luigi Barlassina (1920-1947), por ocasião de sua entrada solene na Basílica Catedral do Santo Sepulcro em 15 de julho de 1920, e da consagração da diocese a Maria, que invocou pela primeira vez o título de “Rainha da Palestina”.
A relação especial da Bem-Aventurada Virgem Maria, Rainha da Palestina, com a Ordem Equestre do Santo Sepulcro remonta ao pontificado de João Paulo II. Em 1983, 50 anos após a instituição da Festa, São João Paulo II – dirigindo-se aos Cavaleiros e Damas das Lugar-tenências do Norte e Centro da Itália – exortou-os a serem testemunhas de Cristo na vida cotidiana e a continuar a obra da Ordem na Terra Santa sob a proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria.
Dez anos depois, em 1993, o então Grão-Mestre da Ordem, Cardeal Giuseppe Caprio, pediu a São João Paulo II que declarasse a Bem-Aventurada Virgem Maria, Rainha da Palestina, Padroeira da Ordem. O Santo Padre respondeu em 21 de janeiro de 1994 com um decreto atendendo ao pedido.
Foi o Patriarca Luigi Barlassina (1920-1947), por ocasião de sua entrada solene na Basílica Catedral do Santo Sepulcro em 15 de julho de 1920, e da consagração da diocese a Maria, que invocou pela primeira vez o título de “Rainha da Palestina”.
A relação especial da Bem-Aventurada Virgem Maria, Rainha da Palestina, com a Ordem Equestre do Santo Sepulcro remonta ao pontificado de João Paulo II. Em 1983, 50 anos após a instituição da Festa, São João Paulo II – dirigindo-se aos Cavaleiros e Damas das Lugar-tenências do Norte e Centro da Itália – exortou-os a serem testemunhas de Cristo na vida cotidiana e a continuar a obra da Ordem na Terra Santa sob a proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria.
Dez anos depois, em 1993, o então Grão-Mestre da Ordem, Cardeal Giuseppe Caprio, pediu a São João Paulo II que declarasse a Bem-Aventurada Virgem Maria, Rainha da Palestina, Padroeira da Ordem. O Santo Padre respondeu em 21 de janeiro de 1994 com um decreto atendendo ao pedido.

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